Criminosos brasileiros que fazem parte dos grupos de zoosadismo online
Larissa Oliveira e William Anglonese
Anderson
Maluco que joga gatos da Janela
Adolescentes do Caso Orelha
Zumbi
Cara do nome árabe
Larissa Oliveira e William Anglonese
A estudante da Universidade Federal de Mato Grosso (UFMT), Larissa Karolina Silva Moreira, de 28 anos, e o companheiro William Angonese foram indiciados pela Polícia Civil por maus-tratos qualificados contra animais domésticos, após a morte de pelo menos três gatos em Cuiabá. Larissa está presa preventivamente desde 13 de junho, enquanto William responde em liberdade, mas continua sendo investigado. Segundo a Delegacia Especializada do Meio Ambiente (Dema), imagens e provas reunidas durante o inquérito indicam que os animais foram submetidos a agressões graves antes de morrerem.
As investigações apontam que o casal se passava por adotante de animais para conseguir gatos de ONGs e protetores independentes, principalmente fêmeas jovens entre quatro e cinco meses de idade. Câmeras de segurança registraram Larissa deixando a residência com uma sacola contendo um dos gatos mortos. Além disso, William afirmou em depoimento que a própria companheira teria matado um dos animais, levando os policiais até o local onde o corpo foi encontrado em um terreno baldio próximo à casa.
O caso gerou forte comoção pela crueldade envolvida e pela suspeita de que os crimes tenham sido cometidos de forma recorrente. Os corpos dos três gatos foram encaminhados para perícia, e a Polícia Civil segue investigando a possibilidade de zoofilia e a origem do sangue encontrado na residência dos investigados. Organizações de proteção animal destacaram que o comportamento do casal seguia um padrão preocupante, o que levou às denúncias que deram início às investigações.

Larissa Oliveira e William Anglonese
A estudante da Universidade Federal de Mato Grosso (UFMT), Larissa Karolina Silva Moreira, de 28 anos, e o companheiro William Angonese foram indiciados pela Polícia Civil por maus-tratos qualificados contra animais domésticos, após a morte de pelo menos três gatos em Cuiabá. Larissa está presa preventivamente desde 13 de junho, enquanto William responde em liberdade, mas continua sendo investigado. Segundo a Delegacia Especializada do Meio Ambiente (Dema), imagens e provas reunidas durante o inquérito indicam que os animais foram submetidos a agressões graves antes de morrerem.
As investigações apontam que o casal se passava por adotante de animais para conseguir gatos de ONGs e protetores independentes, principalmente fêmeas jovens entre quatro e cinco meses de idade. Câmeras de segurança registraram Larissa deixando a residência com uma sacola contendo um dos gatos mortos. Além disso, William afirmou em depoimento que a própria companheira teria matado um dos animais, levando os policiais até o local onde o corpo foi encontrado em um terreno baldio próximo à casa.
O caso gerou forte comoção pela crueldade envolvida e pela suspeita de que os crimes tenham sido cometidos de forma recorrente. Os corpos dos três gatos foram encaminhados para perícia, e a Polícia Civil segue investigando a possibilidade de zoofilia e a origem do sangue encontrado na residência dos investigados. Organizações de proteção animal destacaram que o comportamento do casal seguia um padrão preocupante, o que levou às denúncias que deram início às investigações.
